Você quer se posicionar bem nos buscadores. Mas já pensou o quê eles esperam de você?

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No post Nosso sucesso no Marketing Digital e especificamente das estratégias SEO está na mãos dos Robos falamos da evolução da forma de se pesquisar na web e como os mecanismos de busca evoluíram na tarefa de entregar informações consistentes.

Pois na competição entre os buscadores, grande objetivo é atender bem o seu cliente (o deles). Atender bem na área de atuação destes serviços é fornecer resultados realmente relevantes e que atendam a expectativa do visitante, ou “procurante”.

Se os resultados apresentados não condizem ao pesquisado ou ao clicar o visitante constata que a página sugerida não traz de fato as informações buscadas, em primeira análise quem sai perdendo, além do usuário, é claro, é o próprio buscador. Perde o que ele de fato vende. Credibilidade. A credibilidade é que faz com que acreditemos que as páginas sugeridas são de fato as mais importantes e isso que nos faz realizar as pesquisas e recorrer aos “serviços” do buscador.

Esta necessidade de credibilidade faz as empresas e os serviços de busca transferirem para os robôs as habilidades necessárias em termos de inteligência e discernimento tornando-os capazes de analisar profundamente vários parâmetros relativos a página foco da análise e confrontá-los com outros tantos fatores a fim de lhe atribuir o grau necessário de aderência ao tema ou contexto proposto. Todo o esforço deles será sempre neste sentido: Dar opções ao seu cliente ordenadas pelo critério decrescente do que ele mais acredita que responderá adequadamente, chegando até aos menos cotados.

Assim, tendo em mente que este é o critério básico, temos que orientar nossos esforços  no sentido de fornecer conteúdo consistente, atualizado e com particularidades próprias através de variações e conteúdo original.

Se nos colocarmos como “aliados” dos mecanismos de busca estamos indo no mesmo sentido dele. Isso significa seguir o mesmo objetivo: Fornecer conteúdo válido e relevante.

Nosso sucesso no Marketing Digital e especificamente das estratégias SEO, está na mãos dos Robos

Quando a WEB surgiu, logo houve uma explosão de sites disponíveis. Todos os dias surgiam às centenas, aos milhares.

Logo se percebeu a necessidade de se criar algumas forma de indexação do conteúdo existente. Começaram a surgir os diretórios. Grandes websites com segmentação de mercado, catalogando milhares de sites, classificando-os e dispondo ao acesso dos internautas por ordem de assunto.

Podemos ver na imagem a seguir um dos primeiros destes diretórios. No diretório do Yahoo as informações estavam dispostas por segmento de atuação e mercado. Os diversos sites catalogados eram apresentados de uma forma organizada por este critério

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Mas a web não parava de crescer e estes mecanismos começaram a ficar obsoletos. Passaram a não mais acompanhar o avanço da rede.

Foi então que as empresas que já operavam índices na internet começaram a apostar um uma forma de levantamento e classificação de sites baseado no conceito de palavras chave ou termos que estariam presentes em suas páginas.

Foram desenvolvidos os primeiros programas a serem chamados de robôs ou crawlers, que varriam a web lendo os sites com uma velocidade extremamente superior a que os humanos faziam antes.

Outro problema que os robôs “pareciam” começar a resolver era a questão da fidelidade da página com a classificação de conteúdo que lhe era dada. Por quê isso? Porque antes quem classificava o site nos diretórios era em muitos casos os próprios administradores dos sites. Isso era comum devido ao já grande volume de sites. A autoavaliação gerava muitas vezes uma distorção quanto ao grau de relevância e veracidade das informações.

Porém, estes novos métodos automáticos utilizados ainda falhavam na tarefa de atribuir relevância ao que era encontrado. Basicamente utilizavam um fator que era a quantidade de vezes que uma palavra chave ou termo estava presente em uma página para atribuir uma ordenação de resultados.

Causavam assim uma série de infortúnios a quem estivesse realizando as pesquisas porque muitas vezes o resultado de sua busca e os sites apresentados não representavam de fato o universo que estava pesquisando.

O Google surgiu (1998), criado por Larry Page e Sergey Brin, com uma ideia de motor de busca que elencaria outros fatores para atribuir relevância, sobretudo o conceito de pagerank, que se baseava em um estudo de relacionamento entre páginas. Links de uma página para outra, ou backlinks.

Imediatamente a qualidade dos resultados melhoraram substancialmente e isso fez o Google decolar como o buscador mais acessado.

Como a web incessantemente tem aumentado com o passar do tempo, iniciamos a era do reinado dos motores de busca e indexação. Virando nos dias atuais verdadeiros oráculos.

Hoje inequivocamente o fluxo de visitantes nos websites provém majoritariamente dos buscadores de internet. Veja nosso post sobre o que importa aos mecanismos de busca e que devem orientar deste o principio nossas estratégia de Marketing Digital, Há as campanhas publicitárias pagas e outras ações que geram visitantes e também são muito importantes, mas o tráfego gerado pelos buscadores além de ter alta qualidade é “gratuito”.

 

2 Eixos do MKTDigital: Encontrabilidade e Conversibilidade

Em todos os ramos de conhecimento existem conceitos básicos e fundamentais. Em qualquer estudo ou planejamento sobre Marketing Digital temos de dimensionar os eixos envolvidos e que são o escopo de trabalho e também as guias básicas.

Esses 2 itens são os Eixos principais a orientar todas as nossas ações. Um sem o outro não levará você a lugar nenhum.

Vamos então definir estes termos.

Encontrabilidade:

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Como o nome mesmo já aponta é a capacidade que temos de ser encontrados. Isto é, o que estamos fazendo, onde estamos investindo para que o nosso possível cliente nos encontre.

Se ele não nos “achar” no vasto mundo que é a Internet, e as N mídias disponíveis, não teremos qualquer chance de mostrar nossos produtos e serviços a ele.

Conversibilidade:

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Após o cliente nos encontrar, nossos canais estão corretamente desenhados para capturar o desejo do cliente? Veja que de nada adianta termos excelentes ações e planos de divulgação, se o cliente que nos encontra e usa nossas plataformas não passa do estágio Visitante para Lead.

Se não atentarmos para este passo fundamental poderemos estar colocando montanhas de recursos financeiros na lata do lixo.

Conversibilidades portanto se refere a capacidade que nossos canais tem de entender o desejo do cliente, de responder com rapidez e de forma eficaz às suas consultas.

O que são estes canais: 

  • websites próprios;
  • Páginas de Rede Social;
  • Perfis de Rede Social;
  • Blogs – outros sites de apoio;
  • Publicidade On Line – buscadores;
  • Campanhas de Email Marketing;
  • Portais Verticais de Anúncios;
  • Sites gerais de Anúncios.

 

É um conceito relativamente fácil de ser observado mas contempla os maiores erros de projetos de marketing que temos observado no mercado.

E por uma questão de causa e consequência, temos de pensar primeiro na Encontrabilidade. Siga os próximos posts que abordarão o tema.

Marketing Digital Imobiliário – Por quê a diferença é importante?

business-networking.jpgHá grandes diferenças entre as ações de Marketing digital (e mesmo marketing geral) dependendo do segmento alvo.

Não se pode fazer a mesma campanha para uma empresa de varejo e uma agência imobiliária porque temos marcantes diferenças de público, produto e concorrência (mercado).

Podemos aceitar e entender que alguns meios (veículos) são os mesmos, mas a formulação de campanhas bem como os outros fatores tem de ser particularizados.

É um erro comum das agências que atuam no mercado acreditar que a fórmula é a mesma. Não é. Nunca aquele adágio popular: “Cada caso é um caso”, foi tão verdadeiro.

Tem de haver um conhecimento por parte da agência sobre o mercado alvo e características do negócio do seu cliente. Conhecer profundamente os aspectos relacionados a venda dos produtos do seu cliente.

Se sua agência não conhece seu produto, o seu processo de venda, como poderá determinar o que é importante em uma campanha de Google Adwords por exemplo? Que enfoque ela poderá dar? Estará fazendo uma campanha aproveitando ao máximo os recursos e verbas de que dispõe?

Provavelmente a resposta é – não – para as questões acima. E este “não” significa que você – que atua no segmento imobiliário – estará desperdiçando preciosos recursos.

Da mesma forma, a pergunta que você deve se fazer é: “Que posicionamento eu quero?”. Dependendo da resposta, qualquer trabalho poderá lhe levar lá. Mas se você realmente busca uma diferenciação vai ter de procurar um modelo específico e ajustado à sua necessidade.

Nomes de domínio – evite os erros mais comuns

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Dicas importantes na hora da escolha do nome

Nomes Curtos

Quanto mais curto o nome menor a chance de erro do usuário ao digitar ou procurar pelo seu site. Também a memorização se torna igualmente mais fácil.

Nomes que façam sentido = Expressões

Técnica muito utilizada na nomenclatura de sites pois neste caso mesmo contrariando a orientação por nomes curtos geralmente são expressões muito conhecidas pela população em geral, de forma que o usuário lembrará com facilidade tanto a “sonoridade” do seu nome como mesmo a escrita.

Evite estrangeirismos

Assim como devemos evitar utilizar nomes próprios de origem estrangeira evite utilizar palavras ou expressões de outras línguas.

As exceções a esta indicação seriam palavras ou expressões já incorporadas ao nosso dia a dia.

Nomes semelhantes a sites existentes

Se bem usada esta técnica pode lhe render bons resultados. Só cuidado, não exagere. Lembre-se também que o sistema de nomes de domínio ignora plurais e hifens na comparação de nomes.

Mas se você tiver a sorte de tropeçar em uma oportunidade agarre-a.

Recentemente foi lançado em produto de mensagens instantâneas, concorrente do Whatsapp chamado ZapZap. Esse é um bom exemplo de aproveitamento de similaridade. Pode ser usado para domínios também.

Procure conter um termo referente ao seu ramo de negócio

Esse item atinge diretamente a performance de relevância do seu site junto aos mecanismos de busca porque ele reconhece este termo como se fosse uma palavra chave para as buscas.

Pode tornar o seu nome uma pouco “grande” mas será altamente recompensado pelo outro fator que é a relação do nome com o negócio e consequentemente com o conteúdo do site (veremos mais adiante) e sobretudo com o argumento da pesquisa.

por Vinícius Ayres

Por que o nome (domínio) é fundamental – parte I

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Dois conselhos valiosos:

1. Simplifique a grafia;
2. Coloque no “nome” uma palavra relativa ao seu negócio;

Muitos amam colocar seus nomes ou sobrenomes nos domínios. É legal. Concordamos. Mas desde que isso não prejudique o seu cliente que está tentando lhe encontrar.

Sempre haverá o risco dele cair no site do concorrente. Esta possibilidade é sempre presente e poderemos inadvertidamente torná-la muito grande.

Quando você digita um endereço certo na barra superior do navegador ele lhe levará direto ao site desejado. Mas se o cliente errar a digitação o navegador abrirá uma página com opções e o que seu cliente verá lá são seus concorrentes uma vez que os mecanismos de busca tentam entender o que você está procurando e seu site já foi contextualizado.

Faça testes nos navegadores com termos errados – com grafia errada e os resultados serão surpreendentes.

Exemplo de uma digitação errada:

Digita-se apenas “folha” no navegador. Veja o resultado:

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Observe que logo abaixo da linha de resultados está apresentado o maior concorrente da Folha de SP: O Estadão.

Se você digitar corretamente o endereço da Folha de São Paulo o navegador abrirá diretamente o site da empresa.

Agora imagine que você colocou seu nome no site. Você se orgulha muito disso, mas você é descendente de poloneses…

Então seu site ficou assim: platcheckveiculos.com.br

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Se seu nome for Platcheck saiba que é um belo sobrenome, mas num país de língua de origem latina a escrita se torna bastante difícil. E no caso de utilizá-lo neste ambiente de web como parte de um nome de domínio, considerando que os buscadores contextualiza o conteúdo do site e as palavras e termos, a chance de que seu cliente, ao procurá-lo acabe acessando o site de um concorrente, é muito grande.

Lembre-se:

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Por Vinícius Ayres

 

Marketing Digital – Imobiliário, vende?

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A Internet virou um grande shopping center onde buscamos tudo o que precisamos. E assim como os centros de compras físicos, a disputa pelos melhores locais é enorme.

O que tratamos nestes posts será como melhorar o nosso posicionamento. Como melhorar a nossa visibilidade. Isso num primeiro momento, para mais adiante estudarmos a nossa “loja” por dentro. Como adquirirmos e usarmos ferramentas para que o cliente não só entre na nossa loja, mas “compre” o nosso produto.

Em linguagem mais técnica, queremos visitors, mas mais ainda queremos leads.

Ou seja não basta termos os canais digitais. Temos de aplicar técnicas de marketing digital, como SEO e outras. Mas não termina aí. Em  um 3º estágio, necessitamos fazer com que tenhamos clientes reais e ligados a nós para efetuarmos a venda.

 

No segmento imobiliário quem vende é o Corretor – não o site ou a página de rede social.